realizado pela Nexus e pela Demà, entrevistou 2.016 pessoas entre 14 e 29 anos, em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.
O estudo mostra ainda que 11% dos entrevistados consideram que dominar IA não faz diferença para conseguir trabalho, enquanto 3% avaliam que pode prejudicar. Outros 2% não souberam responder.
Uso na aprendizagem
O levantamento também apontou que 69% dos jovens acreditam que ferramentas de IA auxiliam no processo de aprendizagem, enquanto 24% enxergam riscos ou prejuízos. Para 7%, o impacto ainda é desconhecido.
A tecnologia já faz parte da rotina de estudos: 83% utilizam IA para pesquisas gerais ou acadêmicas; 71% dizem que ela ajuda em deveres de casa, trabalhos e estudos para provas; 70% usam para tradução de textos; e 67% recorrem à ferramenta para resumir ou revisar publicações.
Além disso, 66% utilizam IA para gerar novas ideias em atividades diversas; 63% a usam para criar imagens; 62% para escrever novos textos; e 52% para preparar apresentações ou relatórios.
Para o diretor da Demà, Juan Carlos Moreno, os dados reforçam a consolidação da tecnologia no cotidiano.
“É muito representativo que pelo menos metade dos entrevistados confirme que usa IA de alguma forma. A Inteligência Artificial é um agente facilitador das demandas diárias e um aliado da eficiência e produtividade. Isso fica claro quando vemos a grande maioria dos adolescentes utilizando a tecnologia para ajudar no dever de casa. A IA veio para ficar e transformar nossas jornadas, especialmente as de aprendizado”, afirmou.
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