Giro Capixaba
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Institucional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Giro Capixaba
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Institucional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Giro Capixaba
Nada encontrado
Ver todos os resultados

China acelera corrida por interfaces cérebro-computador

Empresas e centros de pesquisa desenvolvem implantes menos invasivos para ajudar pessoas com paralisia a controlar dispositivos por meio de sinais cerebrais

redação Por redação
10/08/2026 - 08:45
em Tecnologia
A A
Pesquisadores chineses testam interfaces cérebro-computador implantadas por vasos sanguíneos para ampliar autonomia de pessoas com paralisia.

Imagem:Imagem criada por inteligência artificial/Agência RT Brasil

Pesquisadores e empresas da China estão desenvolvendo uma nova geração de interfaces cérebro-computador com o objetivo de tornar os implantes mais simples e menos invasivos. A tecnologia permite captar sinais produzidos pelo cérebro e convertê-los em comandos para computadores e outros equipamentos.

O movimento ocorre enquanto o governo chinês estimula o crescimento de empresas nacionais capazes de disputar espaço no mercado internacional de neurotecnologia, atualmente marcado pela atuação de empresas como a Neuralink.

As chamadas BCIs podem ter aplicações médicas importantes, principalmente para pessoas com paralisia ou outras limitações motoras. A expectativa é que, com o desenvolvimento da tecnologia, alguns pacientes possam controlar dispositivos sem depender diretamente de movimentos físicos.

Uma das pesquisas em andamento é conduzida pela StairMed Technology, startup sediada em Xangai.

Leia Também

Conectividade no campo amplia oportunidades e ajuda a modernizar produção de café

Regulação da inteligência artificial avança no Congresso brasileiro

A empresa trabalha em um sistema que pretende levar o implante até o cérebro por meio dos vasos sanguíneos. O acesso seria feito pela região do pescoço, seguindo uma técnica semelhante à utilizada em procedimentos cardiovasculares.

A proposta é reduzir a necessidade de cirurgias mais invasivas para posicionar o dispositivo.

O projeto é desenvolvido em parceria com pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências. Até agora, a abordagem passou por testes em ovelhas, ainda sem aplicação clínica ampla em seres humanos.

Em Pequim, o Hospital Xuanwu iniciou testes clínicos em seres humanos com uma tecnologia baseada em implante vascular.

Nesse caso, o dispositivo é colocado em vasos sanguíneos do cérebro, especificamente em estruturas chamadas seios venosos durais.

O objetivo é estabelecer uma conexão capaz de registrar sinais cerebrais e permitir que eles sejam utilizados para controlar sistemas externos.

O médico Duan Wanru, que coordena a pesquisa, afirmou que o procedimento pode ser concluído em aproximadamente 10 minutos por um profissional com experiência de alguns anos em cirurgia.

De acordo com o pesquisador, os testes realizados até agora não apresentaram problemas graves de segurança. A possibilidade de retirada do dispositivo após cerca de um mês também está entre as características estudadas.

Outra pesquisa semelhante foi desenvolvida pela Universidade de Nankai, que informou ter realizado o primeiro teste desse tipo em seres humanos em 2025.

A expansão das pesquisas chinesas ocorre em meio a uma estratégia governamental para fortalecer a presença do país no mercado de interfaces cérebro-computador.

As autoridades estabeleceram como objetivo desenvolver duas ou três empresas com capacidade de competir internacionalmente até 2030.

A tecnologia ainda está em fase de desenvolvimento e precisa passar por avaliações clínicas mais amplas antes de uma eventual adoção em larga escala.

Para a medicina, uma das principais possibilidades é ampliar a autonomia de pessoas com paralisia. Se os sistemas demonstrarem segurança e eficiência, poderão permitir que sinais cerebrais sejam utilizados para operar computadores, equipamentos assistivos e outras tecnologias.

O desafio dos pesquisadores é encontrar soluções que combinem precisão na leitura dos sinais cerebrais, segurança durante a implantação e facilidade de remoção ou substituição dos dispositivos.

Compartilhe este conteúdo do Giro Capixaba, o melhor site de notícias do Estado do Espírito Santo.

Siga o GIRO CAPIXABA no Instagram

Tags: #BCI#Ciência#InovaçãoTecnológica#InterfaceCérebroComputador#PesquisaCientífica#TecnologiaMédicaChinaneurotecnologiaSaúdeTecnologia
EnviarCompartilhamentoTweetCompartilhamentoCompartilhamentoEnviar
Notícia anterior

Violência contra mulheres gera 782 mil atendimentos

Próxima notícia

Vitória conquista certificação internacional em TI

redação

redação

Próxima notícia
Prefeitura de Vitória obtém certificação HDI para suporte de TI com nota 3,8 de 4 e anuncia novas ações de transformação digital.

Vitória conquista certificação internacional em TI

Lei 15.486/2026 prorroga até 2030 linha de crédito do FGTS para santas casas, hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos.

Crédito do FGTS para hospitais é prorrogado até 2030

Categorias

  • Brasil
  • Cidade
  • Concurso
  • Cultura
  • D+NEWS
  • Economia
  • Esporte
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia

Notícias do Estado do Espírito Santo, das cidades capixabas, do Brasil e do mundo.

Conheça o Giro Capixaba

E-mail: [email protected]

Giro Capixaba — Criação Web Tchê Digital
Nada encontrado
Ver todos os resultados
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Institucional

Notícias do Estado do Espírito Santo, das cidades e do mundo.
E-mail: [email protected]

Giro Capixaba - Criação Web Tchê Digital

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist