Giro Capixaba
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Institucional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Giro Capixaba
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Institucional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Giro Capixaba
Nada encontrado
Ver todos os resultados

CCJ do Senado deve votar PEC da Blindagem na quarta-feira com tendência de rejeição

Proposta que amplia imunidade parlamentar enfrentará resistência na comissão, enquanto manifestantes e líderes políticos criticam texto por risco de impunidade.

redação Por redação
22/09/2025 - 11:39
em Política
A A
A CCJ do Senado pauta para quarta-feira (24) a PEC da Blindagem, que exige autorização prévia para processar parlamentares. Relatores e bancada do MDB se posicionam contra, citando risco à transparência e à democracia.

Imagem:Agência Brasil

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), incluiu na pauta de quarta-feira (24), como primeiro item, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem. A expectativa é de que a proposta seja rejeitada ainda na mesma sessão, a menos que algum senador peça vista do texto.

Tanto Otto Alencar quanto o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) se manifestaram contrários ao mérito da PEC, que exige autorização prévia, por votação secreta, da maioria da Câmara ou do Senado para processar criminalmente deputados e senadores.

A análise ocorre após protestos realizados no domingo (21), que reuniram milhares de pessoas nas capitais, apelidando a proposta de “PEC da Bandidagem” e pedindo também o fim do projeto de lei que prevê anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado.

Na semana passada, Alessandro Vieira declarou que rejeitará a PEC na CCJ. “A Câmara aprovou uma PEC para proteger bandido, desde que seja parlamentar ou presidente de partido. É um absurdo injustificável, que vamos derrotar no Senado”, escreveu em rede social.

Leia Também

Projeto propõe aulas de defesa pessoal para alunas da rede pública no Espírito Santo

Nova jornada de trabalho prevê duas folgas por semana e redução para 40 horas

A bancada do MDB, composta por 12 senadores, fechou questão contra a proposta. Segundo Eduardo Braga (MDB-AM), líder da bancada, “é inconcebível transformar a imunidade parlamentar em impunidade universal e desmedida, minando a transparência pública e criando precedente perigosíssimo”.

Mesmo integrantes do PL, partido que apoiou 100% a PEC na Câmara, defendem ajustes. O senador Jorge Seif (PL-SC) afirmou que a proposta contém “pontos importantes”, mas também “exageros” como o voto secreto e a extensão da imunidade para presidentes de partidos. “Na CCJ, vamos ajustar o texto para fortalecer a democracia sem abrir brechas para abusos”, disse.

Contexto e polêmica

A PEC da Blindagem surgiu após ações do Supremo Tribunal Federal (STF) contra parlamentares envolvidos na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023 e diante do aumento de investigações sobre o uso de R$ 50 bilhões anuais em emendas parlamentares.

Seus defensores a apresentam como proteção contra “perseguição política”, discurso comum entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Por outro lado, especialistas em combate à corrupção alertam que a medida pode dificultar ações contra irregularidades no uso de recursos públicos.

A exigência de autorização prévia do Parlamento para processar deputados e senadores foi eliminada por Emenda Constitucional em dezembro de 2001, após casos de impunidade que marcaram a década de 1990.

*Compartilhe este conteúdo do Giro Capixaba, o melhor site de notícias do Estado do Espírito Santo. 

*Siga o GIRO CAPIXABA no Instagram

Tags: #Golpe de Estado#MDB#PLAlessandro VieiraBrasilCCJCorrupçãoemendas parlamentaresimunidade parlamentarOtto AlencarPEC da BlindagemPolíticaSenadoTransparênciaVotação
EnviarCompartilhamentoTweetCompartilhamentoCompartilhamentoEnviar
Notícia anterior

Lula participa de reuniões na ONU para discutir Palestina, democracia e crise climática

Próxima notícia

EUA aplicam sanções da Lei Magnitsky à advogada e instituto ligados a ministro do STF

redação

redação

Próxima notícia
O governo dos EUA impôs sanções da Lei Magnitsky à advogada Viviane Barci de Moraes e ao Instituto Lex, ligado ao ministro Alexandre de Moraes. Medida inclui bloqueio de bens e proibição de entrada no país.

EUA aplicam sanções da Lei Magnitsky à advogada e instituto ligados a ministro do STF

O governo brasileiro celebra o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência com avanços em inclusão, educação, acessibilidade e reparação histórica, destacando programas como o Novo Viver sem Limite e a Avaliação Biopsicossocial.

Governo celebra Dia Nacional da Pessoa com Deficiência com avanços em políticas de inclusão

Categorias

  • Brasil
  • Cidade
  • Concurso
  • Cultura
  • D+NEWS
  • Economia
  • Esporte
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia

Notícias do Estado do Espírito Santo, das cidades capixabas, do Brasil e do mundo.

Conheça o Giro Capixaba

E-mail: [email protected]

Giro Capixaba — Criação Web Tchê Digital
Nada encontrado
Ver todos os resultados
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Institucional

Notícias do Estado do Espírito Santo, das cidades e do mundo.
E-mail: [email protected]

Giro Capixaba - Criação Web Tchê Digital

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist