A greve dos funcionários do metrô de Londres praticamente paralisou a capital britânica nesta segunda-feira (8). A paralisação, organizada pelo Sindicato Ferroviário, Marítimo e de Transporte (RMT), teve início em 5 de setembro de forma parcial, mas entrou hoje em sua fase principal, que deve se estender até a manhã de sexta-feira (12).
Reivindicações dos trabalhadores
De acordo com o sindicato, os grevistas exigem aumento salarial e uma semana de trabalho mais curta, passando das atuais 35 horas para 32 horas. A Transport for London (TfL) ofereceu um reajuste de 3,4% nos salários, mas rejeitou a redução da jornada, considerada injustificada.
As negociações realizadas no último dia 3 não tiveram acordo, resultando na confirmação da greve em larga escala.
Impacto no transporte
A paralisação envolve inspetores de segurança, controladores de tráfego e funcionários de estação, afetando praticamente todas as linhas do metrô londrino. Apenas a Linha Elizabeth e o London Overground (metrô de superfície) devem operar, mas com restrições de horário e frequência.
Já o serviço de ônibus deve continuar funcionando normalmente, mas enfrenta lotação extra devido ao aumento da demanda.
Afetação dos passageiros
Segundo a imprensa britânica, milhões de passageiros devem ser impactados diariamente pela greve. Autoridades locais recomendam que trabalhadores e turistas busquem rotas alternativas e planejem suas viagens com antecedência.
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