As Leoas da ginástica rítmica rugiram alto no Mundial de 2025, realizado pela primeira vez no Brasil, no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro. O quinteto formado por Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Mariana Gonçalves e Maria Paula Caminha brilhou ao conquistar duas medalhas inéditas: prata no conjunto geral e na série mista com três bolas e dois arcos.
No domingo (24), embaladas pelo clássico “Evidências”, as brasileiras fizeram sua melhor apresentação e somaram 28.550 pontos, apenas 0,1 a menos que a Ucrânia, campeã. No sábado (23), já haviam feito história ao conquistar o primeiro pódio do Brasil em mundiais na prova de conjunto geral, ficando atrás apenas do Japão.
Com emoção, técnica e perfeição, a seleção marcou sua melhor participação em 41 edições da competição. “Acho que foi a melhor série das nossas vidas. Queríamos honrar o Brasil e conseguimos”, comemorou a capitã Duda Arakaki.
O desempenho inédito foi acompanhado de perto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro do Esporte, André Fufuca, que destacaram o apoio do Governo Federal à modalidade. Mais de R$ 2 milhões foram investidos para viabilizar a competição, que reuniu 78 países e mais de 650 participantes.
Além do conjunto, Bárbara Domingos, a Babi, fez história no individual ao terminar em nono lugar — melhor colocação do Brasil na categoria. Geovanna Santos, estreante em mundiais, alcançou a 18ª posição.
Com dois pódios inéditos, apoio de programas como o Bolsa Atleta e uma nova geração em ascensão, o Brasil fecha o Mundial de Ginástica Rítmica de 2025 consolidando-se como potência emergente na modalidade e inspirando novas atletas pelo país.
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