quinta-feira, 29 outubro, 2026
Giro Capixaba
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • TVIU!
  • Tecnologia
  • Institucional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Giro Capixaba
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • TVIU!
  • Tecnologia
  • Institucional
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Giro Capixaba
Nada encontrado
Ver todos os resultados

Governo Central registra superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro

Resultado positivo foi impulsionado pelo aumento das receitas com petróleo, Imposto de Renda e devolução de recursos de precatórios cancelados.

redação Por redação
29/10/2026 - 14:15
em Economia
A A
Título 1: Governo Central registra superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro Subtítulo: Resultado positivo foi impulsionado pelo aumento das receitas com petróleo, Imposto de Renda e devolução de recursos de precatórios cancelados. Meta descrição: Contas do Governo Central registraram superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro de 2026, revertendo o déficit de R$ 14,4 bilhões do mesmo mês de 2025. As contas do Governo Central, que reúnem Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registraram superávit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro de 2026. O resultado representa uma reversão em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foi registrado déficit de R$ 14,4 bilhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pela Secretaria do Tesouro Nacional. O desempenho foi favorecido pelo crescimento das receitas públicas, que aumentaram 13,6% acima da inflação na comparação anual, com acréscimo de R$ 24,6 bilhões. No mesmo período, as despesas cresceram 2,4%, o equivalente a R$ 4,7 bilhões. Entre os principais fatores que contribuíram para o resultado estão a arrecadação com petróleo, o Imposto de Renda e a devolução à União de recursos de precatórios de exercícios anteriores cancelados pelo Poder Judiciário. As receitas provenientes da exploração de recursos naturais tiveram alta real de R$ 5,7 bilhões, um avanço de 71,9%. Segundo o Tesouro Nacional, o resultado reflete a valorização internacional do petróleo, o aumento da produção e a comercialização de petróleo e gás pertencentes à União pela Pré-Sal Petróleo (PPSA). O imposto de exportação sobre óleo bruto também contribuiu para a arrecadação, com R$ 2,9 bilhões em setembro. Outro destaque foi o crescimento de R$ 12,8 bilhões, em termos reais, nas demais receitas não administradas, impulsionado principalmente pela devolução de valores referentes a precatórios cancelados. A arrecadação do Imposto de Renda também apresentou desempenho positivo, com aumento real de R$ 7,3 bilhões, puxado sobretudo pelos pagamentos do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Pelo lado das despesas, os créditos extraordinários aumentaram R$ 9,9 bilhões, com a maior parte dos recursos destinada a medidas para reduzir os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. Desse total, R$ 7,6 bilhões foram utilizados em subvenções econômicas para a produção e a importação de diesel e derivados de petróleo, buscando amenizar os impactos do cenário internacional sobre o mercado de combustíveis. Os gastos com benefícios previdenciários também cresceram, com aumento real de R$ 2,1 bilhões. A elevação está relacionada ao maior número de beneficiários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e à política de valorização real do salário mínimo. Em contrapartida, as despesas discricionárias, que incluem gastos sujeitos a decisões administrativas do governo, registraram queda real de R$ 8,4 bilhões, ajudando a compensar parte do aumento das despesas obrigatórias e extraordinárias. Apesar do superávit registrado em setembro, o resultado acumulado do ano continua negativo. Entre janeiro e setembro de 2026, o Governo Central apresentou déficit primário de R$ 90,2 bilhões, abaixo dos R$ 100,3 bilhões registrados no mesmo período de 2025. Os números mostram uma redução do saldo negativo em relação ao ano anterior, embora as contas públicas ainda permaneçam no vermelho. O balanço também evidencia a influência do cenário internacional sobre as finanças públicas brasileiras. A valorização do petróleo contribuiu para ampliar as receitas, enquanto os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio exigiram gastos adicionais para apoiar a produção e a importação de combustíveis. O desafio do governo é manter o equilíbrio entre a arrecadação, as despesas públicas e as medidas necessárias para reduzir os impactos econômicos sobre a população e os setores produtivos. Hashtags: #GovernoCentral, #ContasPúblicas, #SuperávitPrimário, #EconomiaBrasileira, #TesouroNacional, #ArrecadaçãoFederal, #Petróleo, #ImpostoDeRenda, #PrevidênciaSocial, #FinançasPúblicas, #Economia, #Brasil Corrigir o título para incluir 2026Remover a conclusão opinativa sobre o governo

Imagem:Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

As contas do Governo Central, que reúnem Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registraram superávit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro de 2026. O resultado representa uma reversão em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foi registrado déficit de R$ 14,4 bilhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

O desempenho foi favorecido pelo crescimento das receitas públicas, que aumentaram 13,6% acima da inflação na comparação anual, com acréscimo de R$ 24,6 bilhões. No mesmo período, as despesas cresceram 2,4%, o equivalente a R$ 4,7 bilhões. Entre os principais fatores que contribuíram para o resultado estão a arrecadação com petróleo, o Imposto de Renda e a devolução à União de recursos de precatórios de exercícios anteriores cancelados pelo Poder Judiciário.

As receitas provenientes da exploração de recursos naturais tiveram alta real de R$ 5,7 bilhões, um avanço de 71,9%. Segundo o Tesouro Nacional, o resultado reflete a valorização internacional do petróleo, o aumento da produção e a comercialização de petróleo e gás pertencentes à União pela Pré-Sal Petróleo (PPSA). O imposto de exportação sobre óleo bruto também contribuiu para a arrecadação, com R$ 2,9 bilhões em setembro.

Outro destaque foi o crescimento de R$ 12,8 bilhões, em termos reais, nas demais receitas não administradas, impulsionado principalmente pela devolução de valores referentes a precatórios cancelados. A arrecadação do Imposto de Renda também apresentou desempenho positivo, com aumento real de R$ 7,3 bilhões, puxado sobretudo pelos pagamentos do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.

Leia Também

IFI alerta para pressão de R$ 40 bilhões nas contas públicas após anúncios de Lula

Feriado de Finados deve movimentar aeroportos da Infraero; veja as orientações para viajar

Pelo lado das despesas, os créditos extraordinários aumentaram R$ 9,9 bilhões, com a maior parte dos recursos destinada a medidas para reduzir os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. Desse total, R$ 7,6 bilhões foram utilizados em subvenções econômicas para a produção e a importação de diesel e derivados de petróleo, buscando amenizar os impactos do cenário internacional sobre o mercado de combustíveis.

Os gastos com benefícios previdenciários também cresceram, com aumento real de R$ 2,1 bilhões. A elevação está relacionada ao maior número de beneficiários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e à política de valorização real do salário mínimo. Em contrapartida, as despesas discricionárias, que incluem gastos sujeitos a decisões administrativas do governo, registraram queda real de R$ 8,4 bilhões, ajudando a compensar parte do aumento das despesas obrigatórias e extraordinárias.

Apesar do superávit registrado em setembro, o resultado acumulado do ano continua negativo. Entre janeiro e setembro de 2026, o Governo Central apresentou déficit primário de R$ 90,2 bilhões, abaixo dos R$ 100,3 bilhões registrados no mesmo período de 2025. Os números mostram uma redução do saldo negativo em relação ao ano anterior, embora as contas públicas ainda permaneçam no vermelho.

O balanço também evidencia a influência do cenário internacional sobre as finanças públicas brasileiras. A valorização do petróleo contribuiu para ampliar as receitas, enquanto os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio exigiram gastos adicionais para apoiar a produção e a importação de combustíveis. O desafio do governo é manter o equilíbrio entre a arrecadação, as despesas públicas e as medidas necessárias para reduzir os impactos econômicos sobre a população e os setores produtivos.

Compartilhe este conteúdo do Giro Capixaba, o melhor site de notícias do Estado do Espírito Santo.

Siga o GIR0 CAPIXABA no Instagram

Tags: #ArrecadaçãoFederal#EconomiaBrasileira#FinançasPúblicas#GovernoCentral#ImpostoDeRenda#PrevidênciaSocial#SuperávitPrimário#TesouroNacionalBrasilEconomiaPetróleo
EnviarCompartilhamentoTweetCompartilhamentoCompartilhamentoEnviar
Notícia anterior

Governo Federal anuncia apoio de até R$ 5 mil para MEIs investirem nos negócios

Próxima notícia

Cinco regiões de recifes de corais do Brasil estão criticamente ameaçadas

redação

redação

Próxima notícia
Cinco ecorregiões de recifes de corais brasileiros foram classificadas como criticamente em perigo em avaliação global apresentada na COP17 da biodiversidade.

Cinco regiões de recifes de corais do Brasil estão criticamente ameaçadas

Vitória oferece 80 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional para pessoas em situação de rua atendidas pelos Centros Pop, a partir de novembro de 2026.

Vitória oferece 80 vagas em cursos gratuitos para pessoas em situação de rua

Categorias

  • Brasil
  • Cidade
  • Concurso
  • Cultura
  • Economia
  • Esporte
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • TVIU!

Notícias do Estado do Espírito Santo, das cidades capixabas, do Brasil e do mundo.

Conheça o Giro Capixaba

E-mail: [email protected]

Giro Capixaba — Criação Web Tchê Digital
Nada encontrado
Ver todos os resultados
  •  
  • Brasil
  • Cidade
  • Mundo
  • Opinião
  • Política
  • Economia
  • TVIU!
  • Tecnologia
  • Institucional

Notícias do Estado do Espírito Santo, das cidades e do mundo.
E-mail: [email protected]

Giro Capixaba - Criação Web Tchê Digital

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist