A Polícia Civil de São Paulo prendeu na última terça-feira (30) duas pessoas envolvidas na falsificação de bebidas alcoólicas em Americana. Durante a operação, uma fábrica clandestina foi fechada e aproximadamente 17,7 mil itens utilizados na adulteração de bebidas foram apreendidos.
A chácara localizada na zona rural da cidade abrigava recipientes para armazenamento e transporte de líquidos, além de garrafas vazias. Segundo o delegado Wagner Carrasco, a produção incluía uísque, gim e vodca, e atendia tanto ao comércio local quanto à capital paulista. Não foi encontrado metanol na fábrica.
As pessoas detidas responderão por crimes contra a propriedade, saúde pública e relações de consumo.
Na capital, a Polícia Civil apreendeu mais de 800 garrafas de bebidas alcoólicas suspeitas de adulteração, enquanto em Mogi das Cruzes outras 80 garrafas foram apreendidas em uma adega, cujos proprietários também estão sendo investigados.
O governo de São Paulo informou que cinco pessoas morreram após sete casos de intoxicação por metanol no estado, com outros 15 casos suspeitos em apuração. A intoxicação por metanol é extremamente grave e exige atendimento médico imediato, apresentando sintomas como visão turva, náuseas, vômitos e dores abdominais.
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