O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação inaugurou, na última terça-feira (31), o primeiro Centro de Acesso, Pesquisa e Inovação em Tecnologia Assistiva do país. A unidade foi instalada no Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, e tem como objetivo ampliar o acesso, a pesquisa e o desenvolvimento de soluções voltadas às pessoas com deficiência.
O espaço integra as ações do Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, coordenado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. A proposta é que o centro funcione como um polo de articulação entre demandas da população e iniciativas de inovação tecnológica.
De acordo com o coordenador-geral de Tecnologia Assistiva do MCTI, Milton de Carvalho, o Capta foi criado para atuar como um ponto de recepção e encaminhamento de necessidades relacionadas à tecnologia assistiva.
A tecnologia assistiva engloba produtos, equipamentos e serviços que promovem autonomia, qualidade de vida e inclusão social de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O acesso a essas ferramentas é garantido pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
Inovação e inclusão
Segundo a diretora do MCTI, Sônia da Costa, a criação do centro atende a uma demanda crescente da sociedade por soluções inclusivas e acessíveis. A expectativa é que novas unidades sejam implantadas em outras regiões do país.
O espaço conta com ambientes voltados à experimentação, adaptação e difusão de tecnologias, permitindo que usuários testem soluções e contribuam para o desenvolvimento de novos recursos.
Para o diretor de Relações Institucionais da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Alex Reinecke de Alverga, o Capta representa um avanço estratégico ao aproximar a população das redes de pesquisa e inovação, gerando impacto direto na vida das pessoas.
Direitos e orientação
Além do desenvolvimento tecnológico, os centros também terão papel importante na orientação sobre direitos das pessoas com deficiência, conforme previsto na legislação brasileira.
Entre os direitos abrangidos estão acesso à saúde, educação, trabalho, transporte, cultura, lazer, informação e avanços científicos, além da garantia de dignidade, autonomia e inclusão social.
A iniciativa reforça o compromisso do governo federal em promover políticas públicas voltadas à acessibilidade e à inovação, ampliando oportunidades e melhorando a qualidade de vida da população com deficiência.
Compartilhe este reportagem do Giro Capixaba, o melhor site de notícias do Espírito Santo.
Siga o GIRO CAPIXABA no Instagram


