O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acusou neste domingo (24) a Polícia Federal e o ministro do STF Alexandre de Moraes de terem vazado dados de familiares, após parentes do parlamentar serem feitos reféns na casa dos avós em Resende, região sul do Rio de Janeiro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Eduardo, falando em português e com legendas em inglês, afirmou haver suspeitas de que autoridades brasileiras poderiam ter facilitado o crime por meio de informações pessoais de familiares.
“A unidade da Polícia Federal sob o comando de Alexandre de Moraes vem elaborando relatórios, e há fortes suspeitas de que eles estariam vazando dados e informações para alimentar reportagens, narrativas e, por que não, até mesmo ações criminosas”, disse o deputado.
Horas antes, o irmão de Eduardo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), comunicou o crime em suas redes sociais. Segundo ele, apesar do susto, os avós e a mãe do deputado estão bem.
Até o momento, não houve manifestação oficial da Polícia Federal ou do ministro Alexandre de Moraes sobre as acusações feitas pelo parlamentar. O caso levantou discussões sobre segurança de dados e privacidade de familiares de autoridades públicas.
Especialistas em segurança ressaltam que vazamentos de informações sensíveis podem agravar a exposição de pessoas próximas a políticos, aumentando riscos de crimes contra suas famílias.
O episódio ocorre em um contexto de crescente tensão política no Brasil, em que membros da família Bolsonaro têm se mantido em evidência nas redes sociais e na imprensa, frequentemente abordando assuntos de segurança pessoal e política.
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