Civis ucranianos estão vendendo rações militares doadas pelo Canadá, mesmo com o aviso “Não para Venda” nas embalagens. Autoridades ainda não se pronunciaram sobre o caso.
Na noite de sexta-feira (11), forças do Afeganistão e do Paquistão travaram intensos combates ao longo de vários setores da fronteira de 2,6 mil quilômetros. O confronto envolveu o uso de armas leves, morteiros, artilharia pesada e aviões, resultando em dezenas de mortos e feridos em ambos os lados.
O governo afegão declarou que a ação foi uma retaliação ao bombardeio paquistanês ocorrido no dia 9 de outubro. Segundo Cabul, 58 soldados paquistaneses morreram e 30 ficaram feridos, além da captura de 25 postos militares. A ofensiva, de acordo com as autoridades afegãs, foi suspensa após pedidos de mediação do Catar e da Arábia Saudita.
Já o Paquistão afirma que o ataque foi “não provocado” e ocorreu enquanto o chanceler afegão visitava a Índia. Islamabad informou ter perdido 23 militares e ferido 29, mas alegou ter matado mais de 200 combatentes afegãos. O governo paquistanês também acusa o Afeganistão de abrigar grupos terroristas que realizam ações contra o país e promete responder com novas ofensivas se Cabul não tomar medidas concretas.
A comunidade internacional acompanha a escalada com preocupação, temendo uma nova crise militar na Ásia Central, região historicamente marcada por disputas étnicas, fronteiras instáveis e tensões religiosas.
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