Israel anunciou nesta segunda-feira (6) a deportação de 171 ativistas internacionais que participavam da Flotilha Global Sumud, interceptada enquanto tentava furar o bloqueio naval imposto à Faixa de Gaza. A ambientalista sueca Greta Thunberg está entre os deportados, que foram enviados para Grécia e Eslováquia.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores de Israel, os ativistas são cidadãos de diversos países, incluindo Grécia, Itália, França, Alemanha, Áustria, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.
Em comunicado, o governo israelense classificou a ação da flotilha como um “golpe publicitário” e afirmou que “todos os direitos legais dos envolvidos foram e continuarão a ser respeitados”. Ainda segundo a chancelaria, os participantes da iniciativa estão promovendo “uma campanha premeditada de notícias falsas”.
A Flotilha Global Sumud foi formada por embarcações civis com ativistas e ajuda humanitária, com o objetivo de romper o bloqueio marítimo imposto a Gaza. A interceptação e a posterior deportação dos tripulantes geraram críticas internacionais e novas discussões sobre a legalidade do bloqueio e a liberdade de navegação em águas internacionais.
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