Na última terça-feira (14/10), foi celebrado o Dia Nacional da Pecuária, setor essencial para o agronegócio brasileiro e reconhecido mundialmente pela produtividade, qualidade e dedicação dos produtores. O crescimento também é impulsionado por práticas sustentáveis e iniciativas que reduzem o impacto ambiental.
“O setor é um pilar do agronegócio brasileiro, com destaque internacional pela produtividade e qualidade. Nosso compromisso é fortalecer práticas sustentáveis, promover o bem-estar animal e reduzir impactos ambientais, garantindo crescimento sólido e responsável”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.
O Mapa apoia programas sanitários reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), incentiva sistemas integrados de produção com sequestro de carbono, promove a saúde do solo e bem-estar animal, e fomenta exportações.
Segundo a Conab, a produção de carne bovina alcançou recorde histórico em 2024, com mais de 11 milhões de toneladas equivalente carcaça. Em 2025, o IBGE registrou crescimento de 3,9% no abate de bovinos, totalizando 10,46 milhões de cabeças no segundo trimestre.
A produção de carne de frango superou o mesmo período de 2024, mesmo após os impactos da influenza aviária. O abate cresceu 1,1% em relação ao ano anterior, atingindo a melhor série histórica para um 2º trimestre. Já a carne suína apresenta crescimento gradual, com expectativa de aumento de 3,6% na produção para 2026, impulsionada por exportações e demanda interna.
Para conciliar crescimento e sustentabilidade, o Mapa implementou o Plano de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC+), com ações voltadas para recuperação de pastagens, biodigestores e terminação intensiva de bovinos com menos de 24 meses, reduzindo a pegada de carbono do setor.
O trabalho de defesa agropecuária e os programas de fomento consolidam o Brasil como maior exportador mundial de carnes. Em 2024, as exportações totalizaram US$ 26,1 bilhões, e até setembro de 2025 somavam US$ 22,5 bilhões.
De acordo com a balança comercial do Mapa, a exportação de carne bovina in natura cresceu 55%, alcançando US$ 1,77 bilhão, enquanto a carne suína in natura bateu recorde de US$ 346,1 milhões, alta de 28,6%.
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