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Projeção do mercado para déficit do governo melhora em 2026

Relatório Prisma Fiscal aponta redução na estimativa do déficit primário e aumento da previsão de receitas da União para os próximos anos.

redação Por redação
16/07/2026 - 15:17
em Brasil
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A mediana das projeções do Prisma Fiscal para o déficit primário do governo central em 2026 passou de R$ 59,016 bilhões, em junho, para R$ 58,077 bilhões, em julho. Na projeção para 2027, o valor passou de R$ 54,715 bilhões para R$ 53,878 bilhões no mesmo período. Os dados, baseados em previsões do mercado, foram divulgados na terça-feira (14/7) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. A estimativa para a arrecadação das receitas federais em 2026 passou de R$ 3,156 para R$ 3,175 trilhões entre junho e julho. No caso de 2027, a mediana variou de R$ 3,350 trilhões para R$ 3,374 trilhões. Em relação à receita líquida do governo central, o valor previsto para 2026 foi de R$ 2,555 trilhões, em junho, para R$ 2,566 trilhões, em julho. A estimativa referente a 2027 variou de R$ 2,723 trilhões para R$ 2,732 trilhões. A despesa total do governo central prevista para 2026 passou de R$ 2,619 trilhões para R$ 2,626 trilhões no período. Para 2027, o valor permaneceu em R$ 2,776 trilhões. Quanto à Dívida Bruta do governo geral, a mediana do Prisma Fiscal para 2026 permaneceu em 83% do Produto Interno Bruto entre junho e julho. Para o ano seguinte, no mesmo período, a estimativa intermediária permaneceu em 86,50% do PIB.

Imagem:Agência Gov/Via MFaz

As expectativas do mercado financeiro para as contas públicas brasileiras apresentaram leve melhora em julho. De acordo com o relatório Prisma Fiscal, divulgado pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, a mediana das projeções para o déficit primário do governo central em 2026 caiu de R$ 59,016 bilhões para R$ 58,077 bilhões.

Para 2027, a estimativa também foi revisada para baixo, passando de R$ 54,715 bilhões em junho para R$ 53,878 bilhões neste mês. O levantamento reúne previsões de instituições do mercado financeiro e serve como referência para acompanhar as expectativas sobre a política fiscal do país.

O relatório também mostra aumento na expectativa de arrecadação das receitas federais. Para 2026, a projeção passou de R$ 3,156 trilhões para R$ 3,175 trilhões entre junho e julho.

No caso de 2027, a estimativa subiu de R$ 3,350 trilhões para R$ 3,374 trilhões, indicando expectativa de maior ingresso de recursos nos cofres da União.

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A previsão para a receita líquida do governo central foi revisada positivamente. Em 2026, a mediana das estimativas passou de R$ 2,555 trilhões para R$ 2,566 trilhões.

Para 2027, a projeção aumentou de R$ 2,723 trilhões para R$ 2,732 trilhões, reforçando a perspectiva de melhora na capacidade de arrecadação do governo federal.

As despesas totais do governo central também sofreram ajuste nas projeções. Para 2026, a estimativa passou de R$ 2,619 trilhões para R$ 2,626 trilhões.

Já para 2027, o mercado manteve a previsão de gastos em R$ 2,776 trilhões, sem alterações em relação ao levantamento anterior.

Em relação à Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), o relatório indica estabilidade nas expectativas. A mediana das projeções para 2026 permaneceu em 83% do Produto Interno Bruto (PIB).

Para 2027, a estimativa continuou em 86,5% do PIB, demonstrando que o mercado não realizou mudanças significativas em sua avaliação sobre a trajetória da dívida pública brasileira no período.

O Prisma Fiscal é divulgado mensalmente pelo Ministério da Fazenda e consolida as expectativas de instituições financeiras e consultorias econômicas sobre os principais indicadores das contas públicas, oferecendo um panorama das perspectivas fiscais para os próximos anos.

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Tags: #ContasPúblicas#EconomiaBrasileira#FinançasPúblicas#MinistérioDaFazenda#PrismaFiscal#ReceitasFederaisBrasilDéficitEconomiaInvestimentosMercadoPIB
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