O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou uma redução nos fundos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e no orçamento destinado à conclusão de obras previstas até 2026, conforme reportagem do Estadão publicada em 18 de setembro.
Os cortes nos investimentos ocorreram devido a prioridades obrigatórias, como os pisos salariais da saúde e da educação, despesas operacionais de órgãos públicos e programas sociais, incluindo o Pé-de-Meia. Apesar da diminuição dos recursos, autoridades garantem que não há risco de paralisação dos projetos em andamento.
Para 2026, o orçamento federal destinado ao PAC e a programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida, totaliza R$ 85,6 bilhões. No entanto, quando desconsiderados os financiamentos habitacionais, observa-se uma tendência de redução nos investimentos em obras públicas.
Segundo órgãos do governo, os cortes são necessários para não comprometer outros programas essenciais. Uma nota técnica do Ministério do Planejamento e Orçamento detalha as justificativas para o não cumprimento integral dos investimentos em obras previstos no Plano Plurianual (PLDO), reforçando que os projetos prioritários seguem em execução.
*Compartilhe este conteúdo do Giro Capixaba, o melhor site de notícias do Espírito Santo.





