Representantes do Governo Federal e das forças de segurança acompanharam neste domingo (7) a operação integrada de monitoramento da segunda fase do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). A secretária-executiva do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Cristina Mori, visitou o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), em Brasília, onde as ações do concurso são acompanhadas em tempo real.
Cristina Mori esteve no local ao lado da presidenta da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Betânia Lemos, e do coordenador-geral de Operações Integradas, coronel Kotama. Assim como na primeira etapa, o monitoramento reúne equipes do Governo Federal, dos estados, do Distrito Federal e instituições responsáveis pela aplicação das provas, incluindo a FGV e a Enap.
A atuação coordenada tem o objetivo de garantir segurança, eficiência e respostas rápidas durante toda a aplicação das provas no país. Segundo a secretária-executiva, o modelo integrado é fundamental para consolidar o CPNU como política pública permanente.
“A gente vê aqui a dedicação de tantas instituições trabalhando juntas para garantir um dia de provas seguro e tranquilo. É muito importante perceber a Enap se apropriando cada vez mais desse processo. Sem as forças de segurança dos estados e da União, o CPNU não seria possível. É esse trabalho conjunto que permite que o concurso se consolide e se perpetue como uma política pública”, afirmou.
O coronel Kotama destacou a tranquilidade da operação e o alinhamento entre as equipes de segurança. Já a presidenta da Enap, Betânia Lemos, ressaltou que a eficiência do monitoramento reflete a solidez da articulação entre Governo Federal e estados. Ela reforçou que o CPNU amplia o acesso de candidatos de todas as regiões ao serviço público federal, e que a integração da Enap ao processo aprimora, continuadamente, a logística da seleção.
Em todo o país, mais de 42 mil candidatos foram convocados para a fase discursiva do CPNU 2, que oferece 3.652 vagas em 32 órgãos da Administração Pública Federal. A operação envolve mais de 22 mil profissionais dedicados à segurança, logística e aplicação das provas.
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