Exames patológicos realizados em lesões retiradas da pele do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmaram a presença de carcinoma de células escamosas, informou o Hospital DF Star nesta quarta-feira (17) ao portal G1.
A análise apontou a doença em duas das oito manchas removidas durante procedimento realizado no domingo (14). Segundo os médicos, trata-se de um carcinoma in situ, ou seja, restrito à camada mais superficial da pele, sem sinais de disseminação para tecidos mais profundos ou outras regiões do corpo. Apesar disso, a equipe recomenda acompanhamento contínuo e avaliações médicas periódicas.
O boletim também destacou que Bolsonaro recebeu alta após internação entre terça (16) e quarta-feira (17), quando apresentou sintomas de vômitos, tontura e queda de pressão arterial. Durante a internação, passou por hidratação e medicação intravenosa, evoluindo com melhora clínica.
De acordo com os especialistas, o carcinoma de células escamosas é um dos tipos mais comuns de câncer de pele e está geralmente associado à exposição prolongada ao sol. No momento, não há previsão de novos procedimentos cirúrgicos.
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