O ano de 2026 se apresenta como uma oportunidade histórica para aprofundar um projeto de país mais justo, humano e menos desigual. A avaliação é do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, ao analisar o balanço do Governo do Brasil em 2025, marcado por conquistas sociais, econômicas e institucionais.
Segundo o ministro, a desigualdade brasileira não é um fenômeno circunstancial, mas um elemento estrutural da formação do país. “Como nos ensinou Florestan Fernandes, no Brasil a desigualdade não é um acidente, é um projeto”, afirma. Para ele, reconhecer esse diagnóstico é essencial para compreender os desafios enfrentados e os avanços obtidos ao longo do último ano.
Palmeira avalia que 2025 deve ser entendido como um período de travessia. Mesmo diante de previsões econômicas negativas, tensões institucionais, disseminação de fake news, instabilidades internacionais e tentativas de desestabilização democrática, o país conseguiu avançar. “O governo foi testado diariamente, mas o Brasil venceu”, destaca.
Entre os principais resultados, o ministro cita a defesa da soberania e da democracia, o controle da inflação, o menor índice de desemprego da história, crescimento econômico acima da média mundial e a saída do Brasil, mais uma vez, do Mapa da Fome. Ele ressalta que esses avanços não são abstratos, mas impactos concretos na vida da população.
De acordo com Palmeira, a condução do governo foi baseada na convicção de que crises não podem paralisar a ação pública. “Governar é estar ao lado do povo brasileiro, com transparência e serenidade, sem ceder ao ruído do caos”, afirma.
O ministro também destacou políticas implementadas em 2025, como Luz do Povo, Gás do Povo, Reforma Casa Brasil, Agora Tem Especialistas, CNH do Brasil e IR Zero, que, segundo ele, evidenciam um governo voltado para a redução das desigualdades e a ampliação do acesso a direitos.
No cenário internacional, Palmeira pontuou que o Brasil retomou protagonismo ao sediar a COP 30, reposicionando o país no centro do debate climático global. Para ele, o evento reafirmou que desenvolvimento econômico, proteção ambiental e soberania nacional podem caminhar juntos.
Ao olhar para 2026, o ministro defende que o foco deve ser a consolidação desse projeto de país. Entre as prioridades, ele cita a aprovação do fim da escala de trabalho 6×1 sem redução salarial. “Dignidade não combina com exaustão permanente. Todo trabalhador tem direito ao tempo”, argumenta.
“Não existe neutralidade diante da desigualdade”, afirma Palmeira. Para ele, o próximo ano será decisivo para virar definitivamente a página de um modelo excludente e aprofundar um caminho de inclusão, justiça social e desenvolvimento sustentável.
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