Reconhecida pelo Guinness World Records como a maior festa de réveillon do planeta, a passagem de ano no Rio de Janeiro poderá ser marcada por chuva em alguns pontos da cidade. A previsão meteorológica indica instabilidade no último dia de 2025 e na madrugada do dia 1º de janeiro de 2026.
De acordo com o Centro de Operações e Resiliência (COR) da Prefeitura do Rio, o céu deve variar entre parcialmente nublado e nublado, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas. Os ventos devem soprar de moderados, predominando na direção oeste-noroeste, enquanto as temperaturas permanecem estáveis.
A Defesa Civil do Rio emitiu alerta de ressaca a partir da tarde desta terça-feira, abrangendo a faixa litorânea entre a capital fluminense e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos. São esperadas ondas de até 2,5 metros de altura. A orientação é para que moradores e turistas evitem entrar no mar, especialmente durante os períodos de maré alta.
No momento da virada do ano, à meia-noite de 2026, a temperatura prevista é de 26,7°C, com sensação térmica de 29,5°C, conforme dados do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Alerta de chuva em outras regiões
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de “perigo” para chuvas intensas em grande parte do estado do Rio de Janeiro. O alerta também se estende por áreas do Centro-Oeste e Sudeste, desde o leste do Mato Grosso, passando por Goiás, Minas Gerais e São Paulo, até alcançar o litoral norte paulista e quase toda a costa fluminense.
No Sul do país, o risco de chuva forte atinge regiões do interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além das áreas litorâneas desses estados. No Norte, o aviso meteorológico permanece válido para grande parte do Amazonas.
Por outro lado, a previsão indica ausência de chuva em uma extensa faixa do litoral brasileiro, que vai do Espírito Santo até a metade sul do litoral do Amapá. Nesse trecho, Fortaleza é a única capital com possibilidade de chuva, classificada pelo Inmet como de “perigo potencial”.
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