A Polícia Federal realizou uma série de operações de fiscalização no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, entre os dias 3 e 8 de junho, que resultaram na prisão de 12 pessoas e na apreensão de 107 quilos de entorpecentes.
As ações ocorreram durante inspeções de embarque e desembarque de passageiros e contaram com apoio de equipes de inteligência policial e cães farejadores especializados na detecção de drogas.
Do total de presos, seis foram detidos em flagrante por tráfico internacional de drogas. Os suspeitos foram identificados transportando skunk em bagagens despachadas em voos provenientes da Tailândia.
Segundo a Polícia Federal, as apreensões ocorreram após análises de risco e procedimentos de fiscalização realizados pelas equipes de segurança aeroportuária.
Entre os detidos estão cidadãos da Malásia e da Tailândia, incluindo passageiros que viajavam em grupo e até mesmo em núcleo familiar.
Em outra ocorrência, uma cidadã portuguesa foi presa ao tentar embarcar para a Europa transportando cocaína. A droga foi localizada durante os procedimentos de inspeção realizados pelos agentes federais.
Mandados de prisão cumpridos
Além dos flagrantes relacionados ao tráfico de drogas, a Polícia Federal cumpriu seis mandados de prisão contra pessoas identificadas durante as fiscalizações no terminal aeroportuário.
As ordens judiciais estavam relacionadas a diferentes crimes, incluindo roubo, estelionato, lesão corporal praticada contra mulher, inadimplência de pensão alimentícia e uma condenação por tráfico de drogas.
De acordo com a corporação, os mandados foram executados após a confirmação da identidade dos passageiros durante os procedimentos de controle migratório e de segurança.
Apreensão reforça combate ao crime
As operações integram as ações permanentes da Polícia Federal voltadas ao combate ao tráfico internacional de drogas e à captura de pessoas procuradas pela Justiça.
Ao todo, os agentes retiraram de circulação 107 quilos de entorpecentes e encaminharam os 12 detidos às autoridades competentes.
Os presos permanecem à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.
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