A conta de luz terá novamente a bandeira tarifária amarela em setembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou na última semana que o sistema seguirá no mesmo nível registrado nos últimos meses.
A bandeira amarela está em vigor no país desde maio. A mudança indica que as condições para geração de energia estão menos favoráveis, o que aumenta a necessidade de utilizar fontes de produção com custos mais altos.
Para o consumidor, a principal consequência é a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
O valor é acrescentado à tarifa normal de energia e varia de acordo com o consumo de cada unidade. Por isso, quanto maior o gasto de eletricidade, maior será o impacto da bandeira na conta.
O sistema de Bandeiras Tarifárias foi criado para mostrar ao consumidor, todos os meses, como estão as condições de geração de energia no país e quais são os custos envolvidos.
A ideia é funcionar como uma espécie de sinal de alerta. Quando a geração fica mais cara, a bandeira muda e o consumidor passa a perceber esse custo adicional diretamente na conta de luz.
As bandeiras podem variar de acordo com as condições do sistema elétrico e ajudam a tornar mais transparente a relação entre os custos de geração e o valor pago pelos consumidores.
Com a manutenção da bandeira amarela, a ANEEL recomenda que os consumidores fiquem atentos ao uso da eletricidade.
Atitudes simples no dia a dia podem ajudar a diminuir o consumo, como evitar deixar luzes acesas sem necessidade, aproveitar a iluminação natural e desligar aparelhos que não estão sendo utilizados.
Além de reduzir o desperdício, o uso mais consciente da energia pode ajudar as famílias a controlar os gastos com a conta de luz.
Compartilhe este conteúdo do Giro Capixaba, o melhor site de notícias do Estado do Espírito Santo.
Siga o GIRO CAPIXABA no Instagram





