Vitória é o município que mais gerou empregos com carteira assinada no Espírito Santo em 2026. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que a capital acumulou saldo positivo de 4.182 vagas formais entre janeiro e junho.
O resultado é fruto de 48.829 admissões e 44.647 desligamentos registrados no período, consolidando Vitória como líder estadual na geração de empregos.
No levantamento, a capital aparece à frente de Linhares, que contabilizou saldo de 2.523 vagas, Aracruz, com 2.106, e Vila Velha, que registrou 1.896 novos postos de trabalho.
Outros municípios também apresentaram desempenho positivo, como Serra, com 1.353 vagas, São Mateus, com 914, Cariacica, com 664, e Colatina, com 364.
Além do saldo positivo, os números evidenciam a movimentação do mercado formal de trabalho em Vitória. As quase 49 mil admissões representam oportunidades de contratação e recolocação profissional, enquanto os desligamentos refletem a dinâmica natural das relações de trabalho.
Segundo o secretário municipal de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho, Luciano Forrechi, o desempenho demonstra a importância das políticas públicas voltadas à empregabilidade.
De acordo com ele, iniciativas que aproximam trabalhadores das empresas, aliadas à qualificação profissional, contribuem para ampliar o acesso ao emprego formal e fortalecer o desenvolvimento econômico da capital.
Entre as ações desenvolvidas pela Prefeitura de Vitória está o trabalho do Sine Vitória, responsável pela captação de vagas, encaminhamento de candidatos e apoio aos processos de contratação.
Outra estratégia são os mutirões e feirões de emprego, que aproximam empresas e trabalhadores em um mesmo espaço, facilitando entrevistas e seleções.
A qualificação profissional também integra as políticas municipais por meio do programa QualificaVix, que oferece cursos gratuitos para ampliar a preparação dos moradores às exigências do mercado de trabalho.
O levantamento do Caged mostra ainda que Vitória encerrou o período com estoque de 167.743 empregos formais ativos. Já o tempo médio de permanência dos trabalhadores desligados foi de 17,6 meses.
O desempenho reforça a posição da capital como um dos principais polos econômicos do Espírito Santo, contribuindo para o fortalecimento do mercado de trabalho e para a geração de novas oportunidades de emprego no estado.
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