O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o interrogatório dos deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e do suplente Bosco Costa (PL-SE), acusados de corrupção passiva e participação em organização criminosa.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), os parlamentares teriam exigido R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito de São José de Ribamar (MA), Eudes Ribeiro, para liberar emendas parlamentares destinadas ao município. Ribeiro afirmou ter sido ameaçado para colaborar com o esquema.
Durante os interrogatórios, Pastor Gil negou envolvimento e explicou que parte do dinheiro recebido de Josimar Maranhãozinho se tratava de empréstimo pessoal, sem relação com emendas. Josimar Maranhãozinho optou por permanecer em silêncio, enquanto Bosco Costa também negou participação e alegou falta de provas.
O caso começou a partir da denúncia de Eudes Ribeiro, e as investigações da Polícia Federal reuniram mensagens e registros que sustentam a acusação. O STF ainda não definiu as próximas etapas do processo, que segue sob análise da Primeira Turma da Corte.
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